E aí eu te chamei
E fomos juntos então
Observar aquela manhã apocalíptica
Onde o Sol iluminava pulsante
As vítimas insanas do amor
E conversei então com o velho avô ódio
Que falou para sua irmã tristeza
Que disse a sua filha melancolia
Que pardais e corvos são os mesmos
Anunciam a morte para jovens e velhos
Então vamos para terra do nada!
E lá sonhar que os mares são nossos
Mesmo dizendo que isso é irreal
Que toda virtude é tardia
Neste mundo frio e cruel
Não quero mais sentir cachoeiras de sangue
Um pouco de mel também é bom amigo
Pois todos estes atritos, guerras, ódio, ilusão
Ainda que marcantes e cheios de dor e vingança
Podem ser cortados com um simples e mero abraço
sábado, 2 de maio de 2009
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