Não penso mais naquele homem triste
As vezes aquela crise foi passageira
Quem dera eu tivesse a força de livrar os doentes
Os insetos que agora clamam
Talvez meu inferno fosse um pouco mais frio
Mas não
Acordamos como baratas em todo lugar
Querendo ser algo além de nós mesmos
Eu gostaria de ser um inseto melhor
Mas agora vou me calar
Pois a pressão do dia e dos fantasmas quer aparecer
E amanhã?
Talvez amanhã eu acorde menos inseto do que fui hoje
(Dedicado a Gregor, não a Kafka, pois Gregor foi maior do que ele.)
sexta-feira, 1 de maio de 2009
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