domingo, 17 de maio de 2009

POEMA DE GUERRA

Eles estão a nossa frente
Tendo nas espadas sangue de garganta
Nós estamos presos a corrente
Com um coração que se levanta

Dentro de nós brilha a canção
De lutar sem desistir
Resistindo como uma nação
Com floretes a rugir

Não pensem que somos fracos
Por que temos pouco peso
Pois apesar de sermos parcos
Não toleramos nenhum ensejo

Eles se aproximam agora
Raivosos, prontos para destruir
Mas da coragem sai a aurora
Nunca, nunca desistir!

Somos escravos na verdade
Mas grilhões não atingem almas
E com nossa lealdade
Desferiremos-lhes muitos traumas

Começa agora o assalto
Eles avançam sem parar
Mas nossa coragem voa alto
Com nossas espadas a cortar

Vem a nós agora. Ho Marte!
O pânico acabou
Erguemos nosso estandarte
Nesta luta que começou

E o céu começa a rugir
Vermelho sangue, atacar!
Da esperança vamos nos munir
Para o inimigo molestar

Companheiros derrubados
Poeira se levanta no suplício
De fel e sangue molhados
Vamos então ao sacrifício!

Muitos deles caem a esquerda
E na direita também
Por isso amigo entenda
Luto em nome de Deus, amem!

A batalha assim acabou
E os fracos venceram
Um pesadelo terminou
Os aristocratas morreram!!!

Venha logo companheiro!
Este dia breve irá chegar
O povo terá novo cancioneiro
Para nova Aurora vislumbrar!!!

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